Stocks: o que são e como investir em ações americanas
Thiago KoguchiStocks são ações de empresas negociadas no mercado dos Estados Unidos, principalmente em bolsas como a NYSE e a Nasdaq. Ao comprar uma stock, você passa a ter uma participação naquela companhia, além de exposição tanto à sua valorização quanto aos riscos do negócio.
Para quem mora no Brasil, investir em ações americanas permite acessar diretamente empresas listadas nos EUA e manter parte dos investimentos exposta ao dólar. Hoje, esse acesso pode ser feito por meio de uma corretora que ofereça investimentos no mercado americano, onde as compras e vendas são realizadas em moeda estrangeira.
Por isso, antes de decidir como comprar ações americanas, é importante entender como funciona esse mercado, quais custos podem surgir, como os investimentos no exterior são tributados e quando stocks ou BDRs podem fazer mais sentido.
Ao longo deste artigo, você verá o passo a passo para investir em ações dos EUA morando no Brasil e entenderá como funciona o acesso à NYSE e à Nasdaq para brasileiros.
O que são stocks?
Stocks são ações de empresas negociadas no mercado de capitais dos Estados Unidos. Ao comprar uma stock, você adquire uma participação em uma companhia listada em bolsas americanas.
Embora stock seja o termo em inglês para ação, no Brasil ele é muito usado para se referir às ações americanas compradas diretamente no mercado dos EUA. Assim, quando alguém fala em stocks EUA, normalmente está tratando de ações de companhias negociadas nas bolsas norte-americanas.
O retorno desse investimento vem principalmente de duas formas. A primeira é a valorização da ação, quando seu preço aumenta e você consegue vendê-la por um valor maior. A segunda são os dividendos, que correspondem a uma parcela dos lucros que algumas empresas distribuem aos acionistas.
Cada ação é identificada por um ticker, uma espécie de código usado para localizar o ativo na bolsa. A Apple, por exemplo, é negociada pelo ticker AAPL, enquanto a Microsoft utiliza MSFT. Esse código facilita a busca e a negociação das empresas no mercado americano.
Outra característica importante é que as ações dos EUA são negociadas em dólar. Para investidores brasileiros, isso significa que o resultado em reais também pode ser influenciado pela variação do câmbio. Mesmo que a ação não mude de preço em dólar, a valorização ou desvalorização da moeda americana pode alterar o valor do investimento quando convertido para reais.
Por isso, investir em stocks significa estar exposto tanto ao desempenho da empresa escolhida quanto às oscilações do mercado e, para quem investe a partir do Brasil, à variação cambial.
Qual a diferença entre BDR e stocks?
A principal diferença é a forma de acesso ao investimento. Stocks são ações compradas diretamente no mercado americano, enquanto os BDRs são certificados negociados na B3 que representam ações ou outros ativos mantidos no exterior.
Quem investe em stocks acessa o próprio mercado dos Estados Unidos por meio de uma instituição que permita negociar no exterior. Já quem compra um BDR realiza toda a operação no mercado brasileiro, em reais, sem precisar enviar dinheiro para fora do país.
| Critério | Stocks | BDRs |
| O que você compra | A ação negociada diretamente no exterior | Um certificado que representa um ativo mantido no exterior |
| Mercado de negociação | Bolsas dos EUA, como NYSE e Nasdaq | B3, no Brasil |
| Moeda da negociação | Dólar | Real |
| Acesso | Exige acesso ao mercado internacional por uma instituição habilitada | Pode ser negociado por uma corretora ou banco com acesso à B3 |
| Envio de dinheiro ao exterior | Em geral, envolve câmbio e remessa de recursos para investir | Não exige remessa internacional para realizar a compra do BDR |
| Exposição cambial | O investimento é feito diretamente em dólar | O BDR é negociado em reais, mas seu preço pode ser influenciado pelo câmbio e pelo valor do ativo que serve de lastro |
| Relação com o ativo estrangeiro | Você acessa diretamente a ação negociada no exterior | Você detém um recibo lastreado no ativo estrangeiro |
Embora o BDR seja negociado em reais, isso não elimina a influência do câmbio. Seu preço acompanha fatores ligados ao ativo no exterior e pode refletir a variação da moeda correspondente. No caso de muitos BDRs de ações americanas, o dólar é um dos fatores que podem afetar a cotação no Brasil.
Já em relação às stocks, a negociação acontece diretamente no mercado externo e em dólar. Isso dá a você acesso direto às ações americanas, mas também envolve etapas próprias de um investimento internacional, como câmbio e envio dos recursos ao exterior.
Portanto, BDRs e stocks são caminhos diferentes para ter exposição a empresas estrangeiras. A escolha entre eles depende de fatores como facilidade de acesso, custos, preferência por negociar em reais ou dólares e a sua estratégia. Não existe uma alternativa universalmente melhor: cada uma pode fazer mais sentido em situações diferentes.
Como posso investir em stocks?
Para investir em stocks morando no Brasil, o caminho mais comum é abrir uma conta em uma instituição que ofereça acesso direto ao mercado americano, enviar os recursos, converter reais em dólares e escolher as ações que deseja comprar. O processo pode ser feito de forma online e envolve algumas etapas simples.
1. Escolha uma instituição com acesso ao mercado americano
O primeiro passo para comprar ações americanas é escolher uma corretora ou instituição que permita negociar ativos listados nos Estados Unidos.
Antes de abrir a conta, vale observar pontos como custos de negociação, taxa ou spread de câmbio, estrutura de custódia, facilidade da plataforma e suporte ao brasileiro. Esses fatores podem variar entre as instituições.
2. Abra sua conta de investimentos
Depois de escolher a instituição, será necessário realizar o cadastro e passar pelo processo de identificação. Normalmente, são solicitados dados pessoais, informações financeiras e documentos para validação da conta.
Na Avenue, por exemplo, a abertura pode ser feita digitalmente e o cadastro inclui informações como CPF, documento de identificação, endereço e perfil do investidor.
3. Envie o dinheiro para a conta
Com a conta aprovada, o próximo passo é depositar os recursos que serão usados para investir. Dependendo da instituição, o envio pode começar em reais e a conversão para dólar ser realizada dentro da própria plataforma.
4. Converta os reais em dólares
Como as stocks EUA são negociadas em dólar, é necessário ter saldo na moeda americana antes de realizar a compra quando a plataforma trabalha dessa forma.
Nesse momento, é importante verificar o custo do câmbio, incluindo o spread, diferença aplicada sobre a cotação do dólar utilizada na conversão, e outros encargos que possam existir. Esses custos variam conforme a instituição e a operação.
5. Pesquise a ação que deseja comprar
Com os dólares disponíveis, procure a empresa pelo nome ou pelo ticker, que é o código de identificação da ação no mercado.
Antes da compra, analise se aquela empresa combina com seus objetivos e com o risco que você está disposto a assumir. Preço da ação, histórico de resultados e perspectivas do negócio podem ajudar nessa avaliação, sem garantir retornos futuros.
6. Defina o valor e envie a ordem de compra
Após escolher a empresa, determine quanto deseja investir e envie a ordem pela plataforma.
Quando a ordem é executada, a ação passa a fazer parte da sua carteira. A partir daí, o valor do investimento acompanha as oscilações do ativo no mercado americano.
7. Acompanhe seus investimentos
Comprar a ação é apenas o início. Depois disso, acompanhe os resultados da empresa, os acontecimentos que possam afetar o negócio e a participação daquele ativo na sua carteira.
Também é importante guardar os registros das operações e acompanhar as obrigações tributárias no Brasil, já que investimentos mantidos no exterior podem gerar informações que precisam ser incluídas na declaração de Imposto de Renda.
Para quem procura uma forma de investir em ações dos EUA morando no Brasil, a Avenue oferece acesso às bolsas americanas, câmbio integrado e negociação de ações diretamente pela plataforma.
Como funciona investir pela Avenue?
Uma das melhores opções para brasileiros que desejam acessar o mercado americano, a Avenue é uma plataforma criada em 2018 com foco em investimentos internacionais para brasileiros.
Além de permitir a compra de ações americanas, a Avenue oferece acesso a outros investimentos internacionais, como:
- Bonds;
- CDs;
- Tesouro;
- Ações;
- REITs;
- ADRs;
- ETFs;
- UCITS ETFs (ETFs Irlandeses);
- Opções;
- Fundos internacionais de gestoras renomadas.
Assim, você pode utilizar a mesma plataforma tanto para investir em stocks quanto para diversificar o patrimônio em outros ativos no exterior.
Os clientes também têm acesso a uma conta corrente americana, que pode ser utilizada em viagens, compras e assinaturas internacionais.
Para quem procura uma plataforma voltada ao brasileiro e quer começar a investir em ações dos EUA, a Avenue reúne acesso ao mercado americano, câmbio e outros serviços internacionais em um mesmo ambiente.
Por que investir em stocks morando no Brasil?
Um dos principais motivos é a diversificação internacional. Ao distribuir parte do patrimônio entre diferentes países, você reduz a dependência exclusiva do desempenho da economia brasileira. Isso não elimina riscos, mas evita concentrar todos os investimentos em um único mercado.
Outro ponto é o acesso a empresas globais. O mercado americano reúne companhias de diferentes setores, como tecnologia, saúde, consumo, finanças e indústria. Isso aumenta o número de alternativas disponíveis para quem busca montar uma carteira com exposição internacional.
As ações americanas também oferecem exposição ao dólar. Como o investimento é feito em moeda estrangeira, a variação cambial influencia o resultado em reais. Uma valorização do dólar pode aumentar o valor convertido da carteira, enquanto uma queda da moeda pode produzir o efeito contrário.
Investir em stocks também ajuda quem deseja ter parte do patrimônio vinculada a ativos internacionais. Essa estratégia é útil para diversificação de longo prazo, especialmente para quem pretende consumir, viajar ou ter despesas futuras em moeda estrangeira.
Por outro lado, investir no exterior não significa necessariamente obter retornos maiores. Stocks continuam sendo ativos de renda variável e podem sofrer quedas relevantes. Além do risco das próprias empresas, você como brasileiro precisa considerar câmbio, custos operacionais e tributação.
Por isso, investir em ações dos EUA morando no Brasil pode fazer sentido como parte de uma estratégia diversificada, mas a proporção ideal depende dos objetivos, do prazo e da tolerância ao risco de cada pessoa.
O que são NYSE e Nasdaq?
NYSE e Nasdaq são as duas principais bolsas de valores dos Estados Unidos, onde ações de empresas americanas e estrangeiras são compradas e vendidas. Para quem investe em ações americanas, entender a diferença entre elas ajuda a saber onde cada empresa está listada e como funciona parte do mercado dos EUA.
O que é a NYSE?
A NYSE, sigla para New York Stock Exchange, é a Bolsa de Valores de Nova York. Ela reúne algumas das maiores e mais tradicionais empresas do mundo e está entre as bolsas mais relevantes em valor de mercado das companhias listadas.
Na NYSE, é possível encontrar empresas de setores como finanças, indústria, energia, saúde, consumo e tecnologia. Entre as companhias listadas, estão nomes como Coca-Cola, JPMorgan Chase e Walmart.
O que é a Nasdaq?
A Nasdaq é uma bolsa de valores americana conhecida por concentrar empresas de tecnologia e crescimento.
Empresas como Apple, Microsoft, Amazon e Nvidia são negociadas na Nasdaq. Por isso, a bolsa ganhou forte associação com o setor de tecnologia, embora reúna companhias de diferentes segmentos.
Qual é a diferença entre NYSE e Nasdaq?
A principal diferença está no perfil histórico das empresas listadas e na estrutura de negociação. A NYSE é tradicionalmente associada a grandes companhias consolidadas, enquanto a Nasdaq se tornou referência para empresas de tecnologia e negócios voltados ao crescimento.
Isso, porém, não significa que exista uma divisão rígida. Há empresas de tecnologia na NYSE e empresas de outros setores na Nasdaq.
Para quem busca acesso à NYSE e Nasdaq para brasileiros, a diferença entre as bolsas geralmente não altera o processo de compra. Ao investir por uma corretora como a Avenue, você procura a empresa pelo nome ou ticker e envia a ordem, independentemente de ela estar listada na NYSE ou na Nasdaq.
Como funciona a tributação de quem investe em stocks?
Para quem é residente fiscal no Brasil, a tributação de stocks segue as regras das aplicações financeiras no exterior. Pelas regras vigentes em 2026, os rendimentos são tributados pelo IRPF à alíquota de 15% na Declaração de Ajuste Anual, considerando os valores efetivamente recebidos ou realizados ao longo do ano.
Como funciona o imposto na venda de stocks?
Quando uma ação americana é vendida com lucro, o ganho obtido entra na apuração anual dos rendimentos de aplicações financeiras no exterior e fica sujeito à alíquota de 15%. A legislação também considera a variação cambial na apuração do rendimento.
Isso significa que, na regra atual, você não recolhe mensalmente o imposto sobre cada venda por meio de DARF. Os resultados são informados na declaração anual, que realiza a apuração do imposto devido.
Se houver perdas em investimentos financeiros no exterior, elas podem ser compensadas com ganhos de outras aplicações no exterior, observadas as regras da Receita. Caso sobrem prejuízos, a legislação permite sua utilização em anos posteriores.
Como os dividendos de stocks são tributados?
Os dividendos recebidos de ações estrangeiras também são considerados rendimentos de aplicações financeiras no exterior para fins do IRPF brasileiro e entram na apuração anual de 15%.
No caso de dividendos pagos por empresas dos Estados Unidos, há ainda a tributação no próprio país de origem. Os dividendos de fonte americana pagos são, em regra, sujeitos à retenção de 30%.
É preciso declarar as stocks no Imposto de Renda?
Quem estiver obrigado a entregar a declaração deve informar os investimentos mantidos no exterior conforme as regras da Receita Federal. As ações entram no patrimônio do contribuinte, enquanto rendimentos e perdas relacionados às aplicações financeiras no exterior são registrados nos campos próprios da declaração.
Para os bens mantidos no exterior, a Receita orienta informar o valor de aquisição convertido para reais conforme as regras aplicáveis, além dos dados necessários para identificar o investimento.
Além disso, pelas regras da declaração do exercício de 2026, ter recebido rendimentos de aplicações financeiras no exterior já é uma das situações que podem tornar obrigatória a entrega do Imposto de Renda. Os limites e critérios devem ser conferidos a cada ano, pois podem mudar.
Assim, o imposto sobre stocks envolve três pontos principais: declarar os ativos mantidos no exterior, apurar os ganhos realizados e informar os dividendos recebidos.
Quanto custa investir em Stocks?
O custo para investir em stocks depende da corretora, do valor enviado ao exterior e da forma como a operação é realizada. Os principais gastos podem envolver câmbio, spread, IOF, corretagem e outras tarifas cobradas pela instituição.
Câmbio e spread
Para transformar reais em dólares, a instituição utiliza uma cotação de câmbio e pode cobrar um spread, que é uma margem adicionada à taxa de conversão da moeda.
Esse percentual varia conforme a plataforma, o valor convertido e até o tipo de câmbio escolhido. Por isso, antes de investir, é importante observar quantos dólares efetivamente chegarão à conta, e não apenas a cotação comercial exibida no mercado.
Também existe o IOF sobre a operação de câmbio. A transferência de recursos ao exterior com finalidade de investimento está sujeita à alíquota de 1,1%, conforme a regulamentação vigente.
Corretagem
A corretagem é a tarifa cobrada para executar uma compra ou venda de ações, quando aplicável. Algumas instituições oferecem operações com corretagem zero, enquanto outras utilizam valores fixos ou faixas de cobrança de acordo com o tamanho da ordem.
Outras tarifas
Dependendo da instituição e da operação, ainda podem existir taxas regulatórias, custos de transferência de custódia, tarifas para serviços específicos ou cobranças relacionadas a determinados ativos.
Esses valores não são iguais em todas as corretoras. Uma plataforma pode não cobrar corretagem, por exemplo, mas possuir custos de câmbio diferentes de outra. Por isso, vale analisar o custo da operação como um todo.
Como os custos afetam o investimento?
Imagine, de forma simplificada, que uma pessoa tenha R$ 5 mil para investir em ações americanas. Suponha que, somando spread e IOF, os custos da conversão representem 2,6% do valor enviado.
Nesse exemplo hipotético, cerca de R$ 130 seriam consumidos pelos custos cambiais, restando aproximadamente R$ 4.870 equivalentes em dólares para investir. Se ainda houvesse uma corretagem equivalente a R$ 12,50, o valor efetivamente destinado às ações ficaria próximo de R$ 4.857,50.
O exemplo é apenas ilustrativo: spread, cotação do dólar, corretagem e demais tarifas variam conforme a instituição e o momento da operação.
Por isso, ao avaliar quanto custa investir em stocks, compare não apenas a corretagem, mas principalmente câmbio, spread, impostos e eventuais tarifas. A soma desses gastos determina quanto do dinheiro enviado realmente será usado para comprar ações.
Para concluir…
Investir em stocks permite que brasileiros tenham acesso direto a ações negociadas no mercado americano. Para começar, é importante entender como funcionam a compra das ações, o câmbio, os custos envolvidos, a tributação e as diferenças em relação aos BDRs.
Mais do que escolher uma empresa conhecida, investir em ações americanas exige avaliar se esse tipo de ativo combina com seus objetivos, prazo e tolerância ao risco. Também vale comparar as condições oferecidas pelas instituições antes de enviar recursos ao exterior.
Se você quer começar a investir em ações dos EUA, conte com a Avenue para acessar o mercado americano, fazer câmbio e investir em stocks pela própria plataforma. Acesse a Avenue e veja como funciona para dar os primeiros passos nos investimentos internacionais.
Perguntas frequentes sobre stocks
Qual o valor mínimo para investir em stocks?
Não existe um valor mínimo único para investir em stocks, pois isso depende da corretora e do preço do ativo. Na Avenue, por exemplo, as ordens de renda variável podem ser feitas a partir de US$ 5.
Preciso pagar imposto todo mês ao vender stocks?
Não. Pelas regras vigentes em 2026, o imposto sobre os rendimentos de aplicações financeiras no exterior é apurado na Declaração de Ajuste Anual, e não por meio de pagamento mensal após cada venda. Os ganhos realizados com ações no exterior estão sujeitos, em regra, à alíquota de 15% no Brasil.
Dá para comprar stocks pela Avenue?
Sim. A Avenue permite comprar e vender ações negociadas no mercado dos Estados Unidos diretamente pela sua plataforma. Você pode buscar o ativo pelo nome ou ticker, escolher o tipo de ordem e realizar a compra utilizando o saldo disponível na conta de investimentos.
É possível comprar frações de stocks?
Sim. Isso permite investir um determinado valor sem precisar comprar uma ação inteira. Se uma ação custar US$ 1 mil, por exemplo, uma compra de US$ 100 poderá representar uma fração daquele ativo.
Na Avenue, é possível comprar frações de ações, e as ordens fracionadas são realizadas por meio de ordens a mercado.
Qual a diferença entre stock e ETF?
Uma stock representa uma participação em uma empresa específica, enquanto um ETF é um fundo negociado em bolsa que reúne uma estratégia ou conjunto de ativos. Ao comprar uma stock da Apple, por exemplo, você fica diretamente exposto ao desempenho daquela empresa.
Já um ETF pode reunir ações de várias companhias, títulos ou outros ativos em um único investimento, dependendo de sua estratégia. Por isso, muitos ETFs facilitam a diversificação, embora o nível de diversificação varie conforme a composição do fundo.
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